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             O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso, Cláudio Stábile Ribeiro, manifestou inteira confiança no pleno funcionamento do Poder Judiciário Estadual, com o retorno dos servidores ao trabalho na próxima quarta-feira (8 de setembro). “É muito importante para a sociedade mato-grossense que a Justiça volte a trabalhar, inclusive para recuperação do longo período em que o Poder Judiciário ficou parado em virtude da greve dos seus servidores, o que resultou em grandes perdas para os advogados e para toda a população”, afirmou. 

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\r\n             O encerramento da greve dos trabalhadores da Justiça Estadual foi anunciado ao final de uma assembleia geral realizada nesta sexta-feira (3 de setembro), sob o comando do presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues. A paralisação dos servidores do Poder Judiciário durou exatos 120 dias e foi deflagrada para exigir do Tribunal de Justiça de Mato Grosso o pagamento de passivos trabalhistas, entre outras reivindicações. 

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\r\n             A OAB/MT ajuizou todas as medidas previstas em lei para o término da greve dos servidores, pois os serviços judiciários são essenciais para  a população e não podem ficar paralisados sob nenhum pretexto. Diante da demora no julgamento, a OAB/MT requereu ao CNJ a fixação de prazo para o Tribunal de Justiça de Mato Grosso julgar as medidas. O julgamento relativo ao corte do ponto dos servidores foi incluído na pauta da Sessão do Pleno do Tribunal de Justiça da próxima quinta-feira. 

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\r\n             Para Cláudio Stábile, a paralisação não poderia se manter da forma como estava sendo conduzida, com as escrivanias, cartórios e varas judiciais praticamente sem acesso aos profissionais do Direito e partes, com processos parados e prazos suspensos sem previsão de retorno, devido ao impasse que se formou entre o movimento paredista, a Administração do TJMT e o Poder Executivo, chamado a intermediar uma solução para os pagamentos. “Era o que a população esperava, o respeito ao direito constitucional de acesso à Justiça”, destacou o presidente da OAB/MT.