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“Um de nossos maiores desafios à frente da Seccional e também da Subseção, as quais indubitavelmente serão parceiras fiéis de todas as horas, é a gestão que teremos que empreender junto às autoridades constituídas do Poder Judiciário para que sejam viabilizadas a celeridade e a eficiência da Justiça em todo o Estado, especialmente no interior, fazendo valer o quanto dispõe o inciso LXXVIII (78), do art. 5º da Constituição Federal, segundo o qual devem ser assegurados “a todos, no âmbito judicial e administrativo, a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação”.

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A afirmação foi feita pelo vice-presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso, Maurício Aude, ao presidir na última quinta-feira à noite a solenidade de posse da nova diretoria da Subseção da OAB em Mirassol D’Oeste. O ato foi realizado na Câmara Municipal de Mirassol D’oeste, com a presença de representantes da OAB, autoridades municipais e principalmente de parentes e amigos dos diretores que vão responder pelos destinos da Subseção no triênio 2010/2012.

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Conforme Aude, a luta conjunta da Seccional e as Subseções na busca de melhorias do Judiciário de Mato Grosso representa a valorização da profissão do advogado. A diretoria da Subseção de Mirassol D’Oeste é presidida pela advogada Maria Aparecida Alves de Oliveira Leite, que tem como companheiros as seguintes advogados: vice, Francisco de Assis Ramalho Araújo; secretário geral, José Gonçalves Pichinin; secretário adjunto, Rute de Laet;  tesoureiro, Fransérgio de Souza Barbeiro; e delegado da Caixa de Assistência  do Advogado, Luiz Gonzaga de Meneses.

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Em seu discurso, a presidenta Maria Aparecida Leite lembrou que o grupo vitorioso na eleição de outubro assumiu o desafio de exigir das autoridades constituídas o respeito às prerrogativas do advogado, conquistadas de longa data e lutas históricas. “A diretoria e os membros das comissões que serão criadas têm o compromisso de acompanhar a OAB/MT na manutenção da entidade independente frente ao Estado e/ou partidos políticos, persistindo na luta para que o povo tenha acesso à Justiça célere, sem perder de vista a  defesa das prerrogativas do advogado e o respeito ao Estado Democrático de Direito” – afirmou Maria Aparecida Leite.