O presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de Mato Grosso (CAA/MT). Leonardo Pio da Silva Campos, participou, na última quinta-feira (09/05), da abertura do III Colégio de Presidentes das Subseções da OAB/MT e Delegados da CAA/MT. A solenidade – realizada na Câmara de Vereadores de Sinop - contou com a presença de autoridades dos poderes Executivo e Judiciário, além dos advogados que atuam na região.

 

Além de prestar contas do trabalho realizado desde o início da segunda gestão, em 2013, Leonardo Campos destacou várias situações cotidianas que desrespeitam, direta e indiretamente, os Operadores do Direito. “Como fechar os olhos e calar-se diante dos inúmeros casos de desrespeito ao profissional da advocacia? De que adianta oferecermos uma gama de serviços na área social e de saúde se os advogados têm suas prerrogativas ignoradas? O problema é mais comum do que imaginamos. Vai desde o desrespeito ao pagamento de honorários justos, qualidade dos serviços judiciais prestados, passando pelo tratamento nada cortês nos fóruns e perseguições de toda natureza”.

 

Outro ponto colocado pelo presidente da CAA/MT foi a mudança de gestão do Poder Judiciário. Para ele, é necessário haver uma maior aproximação com a sociedade. “O Poder Judiciário tem que estar mais antenado com o povo, tendo um plano de ações e metas pensado para o futuro e que não venha apenas a reboque das demandas. Afinal, justiça a qualquer preço e tempo não é justiça”.

 

Leonardo Campos destacou a importância do Colégio de Presidentes das Subseções da OAB/MT e Delegados da CAA/MT para a valorização da classe. “Advogado respeitado é cidadão valorizado. A causa da advocacia não exclui a causa da República. Esse encontro representa a família OAB com o propósito de construção de uma sociedade melhor”. Finalizou seu discurso pedindo engajamento dos Operadores do Direito na busca pela duplicação da BR 163, rodovia em que vários advogados perderam suas vidas. “Vamos cobrar, acionar e fiscalizar o cumprimento de todos os prazos e metas estabelecidos no contrato de concessão”.