\r\nO ato de desagravo público que aconteceu em Jauru (há 463km da Capital), na última sexta-feira, em favor da advogada Alice Bernadete Parra Merino desacatada durante uma audiência pública, realizada naquela Comarca, pelo juiz Cristiano dos Santos Sialho, resultou na restauração da dignidade da profissional da advocacia.

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Segundo o presidente do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP), João Batista Cavalcanti da Silva, a OAB cumpriu o seu papel realizando esse ato. "Atingimos o nosso objetivo, que era o de restaurar a dignidade da advogada que foi ofendida por aquele juiz", comentou. O evento aconteceu em frente ao Fórum de Jauru. Diversos profissionais da advocacia da região e acadêmicos de Direito participaram do ato.
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O presidente da CAA-MT, Leonardo Pio da Silva Campos, que também esteve no ato, definiu essa sessão de desagravo como um dos atos mais importantes em defesa do advogado. "Temos que zelar pelas prerrogativas que a classe tem, e quando são quebradas, violadas, ofendidas, devem receber punição".
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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), Cláudio Stábile, coordenou a sessão de desagravo. Participaram ainda, o vice-presidente do TDP, Luiz da Penha Correa, a presidente da 7ªSubseção da Ordem em Mirassol DOeste (há 349km de Cuiabá), Maria Aparecida Alves de Oliveira Leite e demais diretores da CAA e da OAB.
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O desagravo foi aprovado em reunião do Conselho da Ordem porque o juiz desacatou a advogada Alice Bernadete em uma audiência pública realizada na Comarca de Jauru. A sede da advocacia de Alice Bernadete é em Araputanga (há 371 km de Cuiabá), que pertence a 7ª Subseção de Mirassol DOeste. Por isso, o caso foi repassado à OAB-MT pela Subseção de Mirassol. A comarca de Jauru, onde ocorreu o desacato, pertence a 15ª Subseção da OAB de Pontes e Lacerda.
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